Segunda-feira, 6 de Agosto de 2007

40 Anos de Pink Floyd

Ontem, passaram 40 anos sobre a edição do primeiro álbum dos Pink Floyd – The Piper At The Gates Of Dawn – com Syd Barrett, Roger Waters, Richard Wright e Nick Mason.

O álbum foi um sucesso imediato, pois os Floyd já eram sobejamente conhecidos pelos seus inúmeros concertos underground.

Temas como Astronomy Domine e Interstellar Overdrive rapidamente se tornaram ícones do Rock psicadélico.


Capa de The Piper At The Gates Of Dawn

A história remonta no entanto a 1965 quando Roger Waters, Richard Wright e Nick Mason pertenceram a várias bandas – Sigma 6, The Meggadeaths, The Architectural Abdabs, The Screaming Abdabs e The Abdabs – tendo no final dessas aventuras, convidado Syd Barrett para guitarrista e adoptado o nome Pink Floyd em honra a dois bluesman – Pink Anderson e Floyd Council.
Syd Barrett torna-se o líder dos Pink Floyd, é a sua imagem, alma e coração.

O segundo álbum, A Saucerful Of Secrets, é gravado no famoso Abbey Road Studios da EMI e é lançado no ano seguinte, já com Syd Barret consumido pelo ácido e demais experiências psicadélicas, completamente alheado do mundo.
Devido a este facto, os restantes três Floyds, convidam David Gilmour – amigo do tempo  em que eram colegas na Faculdade de Arquitectura – para guitarrista e assim, este participa em cinco temas do disco.



Capa de A Saucerful Of Secrets

Este, é assim, o único álbum dos Pink Floyd com os cinco.
A Saucerful Of Secrets é hoje considerado como o primeiro álbum de Rock Progressivo da História da Música.
Remember a Day, Set The Controls For The Heart Of The Sun e Corporal Clegg, são temas inesquecíveis e tornaram-se da noite para o dia de audição obrigatória para qualquer melómano avant garde que se prezasse.

Entretanto, Syd Barrett completamente perdido entre as drogas e a fama torna-se incapaz de continuar a dar o seu contributo aos Floyd. Num concerto ao vivo, arranha durante meia-hora seguida, o mesmo acorde na guitarra.
De modo que teve que ser substituído por David Gilmour e nunca mais Syd Barrett tocou com os Pink Floyd.

Seguiu uma carreira a solo com dois álbuns – The Madcap Laughs e Opel – com algum pouco sucesso e refugiou-se na sua loucura em casa da mãe, muito raramente sendo visto em público. Viria a falecer no ano passado.



Syd Barrett

Em 1969, já com a banda com a sua constituição definitiva – Roger Waters, David Gilmour, Richard Wright e Nick Mason – gravam o álbum More, banda sonora para o filme do mesmo nome realizado por Barbet Schroeder.



Capa de More

Apesar de conter temas interessantes como Cyrrus Minor, The Nile Song ou Cymbaline, não é um álbum característico da sonoridade habitual dos Pink Floyd, inclusive, o tema A Spanish Piece é uma incursão de David Gilmour pelo Flamengo Espanhol.
Em 1987 é re-editado em CD.

O álbum seguinte é editado no mesmo ano (1969) e é duplo, sendo um dos discos gravado em estúdio e outro ao vivo. O nome é Ummagumma.
O título Ummagumma é calão de Cambridge para foder.


Capa de Ummagumma

Careful with That Axe, Eugene é talvez um dos temas mais interessantes do disco e o álbum tem uma canção com o título mais longo que alguma vez vi, Several Species of Small Furry Animals Gathered Together in a Cave and Grooving with a Pict.

Este álbum é tido como o impulsionador muitos anos mais tarde da música New Age.

Em 1971, 1972 e 1973, seguem-se os álbuns Atom Heart Mother, Meddle e Obscured by Clouds.

Pessoalmente, apesar de possuir os álbuns e gostar da sua música, considero este como o período menos interessante dos Pink Floyd.

O título do primeiro surge após os Floyd terem lido num artigo de jornal um caso de uma mulher que tinha um pacemaker movido a energia atómica, o álbum era para se chamar The Amazing Pudding.



Capa de Atom Heart Mother

O tema Alan's Psychedelic Breakfast é inevitavelmente a imagem de marca do disco gravado com uma orquestra sinfónica.

O álbum Meddle contém o inesquecível e sempre tocado ao vivo até hoje, One Of These Days, um tema forte com David Gilmour na guitarra Hawaiana.



Capa de Meddle

O segundo lado do álbum contém apenas uma faixa, Echoes.

O último álbum deste trio, Obscured by Clouds, é novamente uma banda sonora, desta feita para o filme La Vallé do mesmo realizador de More.
É um álbum superior a More, na minha opinião e muito mais homogéneo.



Capa de Obscured By Clouds

Roger Waters apenas compôs uma das canções do disco – Free Four – na qual aborda pela primeira vez, a morte do pai, tema que recuperarei adiante.

Em 1973, é lançado aquele que é um dos álbuns-bandeira dos pink Floyd – The Dark Side Of The Moon.
O álbum é considerado como um marco na música Rock, a revista Rolling Stone elegeu-o como o 43º melhor álbum da História, esteve 763 semanas no Billboard 200 do Estados Unidos e é o 5º álbum mais vendido de sempre no mundo.
Ainda hoje se vende na casa dos milhões anualmente. Em 2004, por exemplo, venderam-se 40 milhões de unidades.

O disco foi produzido por Alan Parsons, sim, o mesmo do Alan Parson's Project.

É o primeiro de cinco discos em que as letras das canções são todas de Roger Waters.



Capa de The dark Side Of the Moon

Time, Money, Brain Damage, Eclipse e The Great Gig In The Sky, ficarão para sempre na História da Música Rock.
A voz de Clare Torry no último dos temas mencionados é outro ícone dos Pink Floyd.

Por esta altura, já Roger Waters era o líder incontestado dos Pink Floyd e surge verdadeiramente pela primeira vez os traumas que durante tempos viriam a assolar a música da banda.
O primeiro é Syd Barrett que nunca esqueceram.

A letra da canção Brain Damage é escrita com ele no pensamento:

The lunatic is on the grass.
The lunatic is on the grass.
Remembering games and daisy chains and laughs.
Got to keep the loonies on the path.

The lunatic is in the hall.
The lunatics are in my hall.
The paper holds their folded faces to the floor
And every day the paper boy brings more.

And if the dam breaks open many years too soon
And if there is no room upon the hill
And if your head explodes with dark forebodings too
I'll see you on the dark side of the moon.

The lunatic is in my head.
The lunatic is in my head
You raise the blade, you make the change
You re-arrange me 'til I'm sane.
You lock the door
And throw away the key
There's someone in my head but it's not me.

And if the cloud bursts, thunder in your ear
You shout and no one seems to hear.
And if the band you're in starts playing different tunes
I'll see you on the dark side of the moon.

 
Wish You Were Here é editado em 1975 e todas as letras do álbum são dedicadas a Syd Barrett.
É um excelente conjunto de músicas, a começar pela que dá o nome ao álbum e Shine On You Crazy Diamond.

Em Wish You Were Here, os Floyd cantam:

So, so you think you can tell
Heaven from Hell,
Blue skys from pain.
Can you tell a green field
From a cold steel rail?
A smile from a veil?
Do you think you can tell?

And did they get you to trade
Your heros for ghosts?
Hot ashes for trees?
Hot air for a cool breeze?
Cold comfort for change?
And did you exchange
A walk on part in the war
For a lead role in a cage?

How I wish, how I wish you were here.
We're just two lost souls
Swimming in a fish bowl,
Year after year,
Running over the same old ground.
What have we found?
The same old fears.
Wish you were here.
Capa de Wish You Were Here


David Gilmour e Richard Wright afirmariam anos mais tarde num programa de rádio que Wish You Were Here é o seu disco preferido de sempre, mas a sua concepção trouxe clivagens à banda e Roger Waters assume o controle total de todos os processos na banda.

1977 é o ano de edição de Animals, na minha opinião, provavelmente o álbum mais atípico dos Pink Floyd.
É de uma extrema crueza musical e poética, mas ao mesmo tempo belo.
Retrata vários tipos de pessoas comparando-as com animais.

Dogs:

You gotta be crazy, you gotta have a real need.
You gotta sleep on your toes, and when you're on the street,
You gotta be able to pick out the easy meat with your eyes closed.
And then moving in silently, down wind and out of sight,
You gotta strike when the moment is right without thinking.

And after a while, you can work on points for style.
Like the club tie, and the firm handshake,
A certain look in the eye and an easy smile.
You have to be trusted by the people that you lie to,
So that when they turn their backs on you,
You'll get the chance to put the knife in.


Sheep:


Harmlessly passing your time in the grassland away;
Only dimly aware of a certain unease in the air.
You better watch out,
There may be dogs about
I've looked over Jordan, and I have seen
Things are not what they seem.

What do you get for pretending the danger's not real.
Meek and obedient you follow the leader
Down well trodden corridors into the valley of steel.
What a surprise!
A look of terminal shock in your eyes.
Now things are really what they seem.
No, this is no bad dream.



Capa de Animals

O álbum reflecte o olhar dos Floyd, em particular de Roger Waters sobre o Sistema Capitalista e cada canção, que tem um nome de um animal, representa um tipo de classe desta Sociedade.

Em 1979, surge aquele que é porventura o mais conhecido dos álbuns dos Pink Floyd, The Wall.

Neste duplo álbum conceptual, completamente idealizado e composto por Roger Waters (à excepção do tema Comfortably Numb, composto em parceria com David Gilmour), é dada vida a um personagem chamado Pink, traumatizado na adolescência pela tirania da mãe e opressão dos professores.

Mother:

Hush now baby, baby, dont you cry.
Mother's gonna make all your nightmares come true.
Mother's gonna put all her fears into you.
Mother's gonna keep you right here under her wing.
She wont let you fly, but she might let you sing.
Mama will keep baby cozy and warm.
Ooooh baby ooooh baby oooooh baby,
Of course mama'll help to build the wall.

Hush now baby, baby dont you cry.
Mama's gonna check out all your girlfriends for you.
Mama wont let anyone dirty get through.
Mama's gonna wait up until you get in.
Mama will always find out where you've been.
Mama's gonna keep baby healthy and clean.
Ooooh baby oooh baby oooh baby,
You'll always be baby to me.

Mother, did it need to be so high?


Another Brick In The Wall - Part II:

We don't need no education
We dont need no thought control
No dark sarcasm in the classroom
Teachers leave them kids alone
Hey! Teachers! Leave them kids alone!
All in all it's just another brick in the wall.
All in all you're just another brick in the wall.



Capa de The Wall


O tema Another Brick InThe Wall - Part II, cuja letra pode ser lida em cima, levantou uma celeuma enorme, em especial no Reino Unido. Argumentou-se tudo em desfavor dos Pink Floyd, que eram contra a Educação, um perigo para as crianças, etc.

Mau grado essas vozes, a atitude do público foi de absoluta rendição, o álbum ganhou 23 discos de platina, vendeu 23 milhões de cópias nos Estados Unidos e 30 milhões no resto do mundo. É o álbum duplo mais vendido da História.

Em Portugal, tanto o single como o álbum, estiveram mais de um ano em nº 1 no top de vendas.
O mesmo aconteceu por todo o mundo.

Em The Wall, chega o segundo dos traumas da música Floydiana, a morte em combate do pai de Roger Waters, piloto de caças na 2ª Guerra Mundial:

Another Brick In The Wall - Part I:

Daddy's flown across the ocean
Leaving just a memory
A snapshot in the family album
Daddy what else did you leave for me?
Daddy, what do you leave behind for me?


Vera:

Does anybody here remember Vera Lynn?
Remember how she said that
We would meet again
Some sunny day?
Vera! Vera!
What has become of you?
Does anybody else here
Feel the way I do?

Os Pink Floyd fariam um único concerto do álbum no Earl's Court de Londres, que só seria lançado em 2000, numa edição especial.

Foi lançado também o filme The Wall, realizado por Alan Parker e com Bob Geldof no papel de Pink, naquele que eu penso ser o projecto menos bem conseguido em toda a carreira dos Pink Floyd.

Apesar do estrondoso sucesso do álbum, este marcaria o início do fim dos Pink Floyd, tal como eram. No final das gravações, Roger Waters despede Richard Wright com o argumento de que este não estaria a ser uma mais-valia para o grupo e que tinha o apoio de David Gilmour e de Nick Mason.
Ambos desmentiram o seu apoio a essa decisão.

Em 1983, sai o último álbum dos Pink Floyd com Roger Waters, The Final Cut.
É um projecto levado a cabo completamente por Roger Waters.
Na contracapa, pode ler-se, "The Final Cut: A Requiem for the Post-War Dream - by Roger Waters, performed by Pink Floyd".
Nesta altura, os Floyd já só eram três, sem Richard Wright.
Tanto David Gilmour como Nick Mason foram meros executantes da música de Roger Waters.

Os Pink Floyd, voltam à questão da morte do pai de Waters (o nome completo de Roger Waters é Roger Fletcher Waters).

The Fletcher Memorial Home:
 
Take all your overgrown infants away somewhere
And build them a home, a little place of their own.
The Fletcher Memorial
Home for Incurable Tyrants and Kings.
And they can appear to themselves every day
On closed circuit T.V.
To make sure they're still real.
It's the only connection they feel.
(...)
Did they expect us to treat them with any respect?
They can polish their medals and sharpen their
Smiles, and amuse themselves playing games for awhile.
Boom boom, bang bang, lie down you're dead.

Safe in the permanent gaze of a cold glass eye
With their favorite toys
They'll be good girls and boys
In the Fletcher Memorial Home for colonial
Wasters of life and limb.

Is everyone in?
Are you having a nice time?
Now the final solution can be applied.


Com este disco, nasce – pela mão de Waters – o terceiro trauma dos Pink Floyd, a guerra.
Em The Final Cut, cujo título já é sugestivo, a guerra percorre todo o disco, a 2ª Guerra Mundial, a Guerra das Maldinas, a Guerra em geral.

The Post War Dream:

Tell me true, tell me why, was Jesus crucified

Is it for this that Daddy died?
Was it for you? Was it me?
Did I watch too much T.V.?
Is that a hint of accusation in your eyes?
If it wasn't for the nips
Being so good at building ships
The yards would still be open on the clyde.
And it can't be much fun for them
Beneath the rising sun
With all their kids committing suicide.
What have we done, Maggie what have we done?
What have we done to England?
Should we shout, should we scream
"What happened to the post war dream?"
Oh Maggie, Maggie what have we done?


Southampton Dock:


They disembarked in 45
And no-one spoke and no-one smiled
There were to many spaces in the line.
Gathered at the cenotaph
All agreed with the hand on heart
To sheath the sacrificial Knifes.
But now
She stands upon Southampton dock
With her handkerchief
And her summer frock clings
To her wet body in the rain.
In quiet desperation knuckles
White upon the slippery reins
She bravely waves the boys Goodbye again.

And still the dark stain spreads between
His shoulder blades.
A mute reminder of the poppy fields and graves.
And when the fight was over
We spent what they had made.
But in the bottom of our hearts
We felt the final cut.

 



Capa de The Final Cut

O álbum, apesar de na minha opinião conter excelente música, foi o menos vendido dos Pink Floyd desde 1971.

Não só isso, como termina com os Pink Floyd a quatro.
Roger Waters sai para uma carreira a solo com intermináveis processos judiciais para impedir que os outros três Floyds pudessem utilizar o nome Pink Floyd.
Perdeu sempre.

Em 1987, os Pink Floyd regressam sem Roger Waters, mas com um novo álbum, A Momentary Lapse Of Reason, título obviamente dirigido a Roger Waters.
No álbum, os Pink Floyd são mencionados apenas como David Gilmour e Nick Mason, Richard Wright tem o estatuto de músico convidado.
Para baixista, convidam nada mais, nada menos do que Tony Levin.

Canções como a que dá o nome ao álbum, Learning To Fly ou On The Turning Away, foram sucessos imediatos.



Capa de A Momentary Lapse Of Reason

Os Pink Floyd fazem-se à estrada numa digressão mundial em 1988, sempre com estádios esgotados e eu, com 18 anitos e quase sem tusto no bolso, meti-me num combóio para Espanha, onde os fui ver no Estádio do Atlético de Madrid.
Ironia do destino, dei o filme das fotos que tirei no concerto a um colega que estava na tropa em Lisboa, ele pô-las a revelar numa loja de fotografia do Chiado e depois foi o incêndio.
Lá se foram as minhas fotos.

Desta digressão é lançado o duplo álbum ao vivo, Delicate Sound Of Thunder.




Capa de Delicate Sound Of Thunder


Em 1994, é lançado aquele que é até ao momento o último álbum de originais dos Pink Floyd, The Division Bell.
Na minha opinião, é um conjunto de boas canções, mas não está ao nível do que todos esperavam dos Pink Floyd.
Neste disco, Richard Wright já é novamente membro de pleno direito da banda.



Capa de The Division Bell

Este disco daria origem a mais uma digressão mundial em 1994 que passou por Lisboa e esgotou por dois dias consecutivos o já desaparecido Estádio José de alvalade.
Também lá estive :)
Nesta digressão, os Pink Floyd tocaram nos concertos o álbum The dark Side Of The Moon completo.

Viria a dar também origem a um disco da digressão chamado Pulse.



Capa de Pulse

Chega desta forma ao fim (pelo menos até agora) a história dos Pink Floyd, não sem que no ano passado se tivessem voltado a juntar os quatro, 23 anos depois, no concerto Live 8.

De seguida é-lhes feita uma proposta irrecusável, 250 milhões de dólares líquidos para uma digressão com os quatro. Recusaram.

Os fãs dos Pink Floyd ficaram dividos entre aqueles que acham que verdadeiro Pink Floyd é só com Roger Waters e aqueles que também gostam da banda depois da sua saída, o que é o meu caso.

Eu penso que sem tirar qualquer mérito a Roger Waters, os Pink Floyd nunca teriam sido o que foram sem David Gilmour, a sua guitarra e voz também.
A sonoridade e o estilo de tocar David Gilmour são absolutamente inconfundíveis e são também imagem de marca dos Pink Floyd.
Qual é o fã que não sabe de cor o solo de Comfortably Numb, Another Brick In The Wall - Part II ou Shine On You Crazy Diamond, só para citar alguns exemplos ?

Por outro lado, David Gilmour canta algumas das mais emblemáticas canções dos Pink Floyd, Time, Money, Dogs, o refrão de Comfortably Numb, etc.
Algum fã imagina o Time ou o Dogs cantada pelo Roger Waters ?
Não, pois não ?
O próprio Waters também não, pelo menos a julgar pelos seus concertos ao vivo em que são elementos da banda e não ele que as cantam.

Se o Roger Waters foi o cérebro dos Pink Floyd,  David Gilmour foi o coração.

Tanto o Roger Waters como o David Gilmour têm carreiras a solo muito interessantes, mas fica para outro artigo que este já vai longo :)
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publicado por gamito às 16:38
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4 comentários:
De kincas a 6 de Agosto de 2007 às 18:02
Muito bem elaborada esta "dedicatória" colocada na altura certa.
Gostaria só de referir um "pormenor". Como pode ser observado na capa de "A Momentary Lapse Of Reason" é um disco dos Pink Floyd II.
Essa situação não foi referida e julgo que deve ser tida em conta.
Quanto ao resto está muito bom.
De gamito a 6 de Agosto de 2007 às 18:10
Olá,

Aquilo não é um "2", é um "P" estilizado.

Podes ver melhor aqui:
http://img.verycd.com/posts/0607/post-443139-1152930185.jpg

O álbum é realmente dos Pink Floyd, o Roger Waters nunca conseguiu impedir que os outros utilizassem o nome.

Pelo contrário, o Roger Waters é que ficou impedido.

Mas parece que houve um acordo qualquer, o Waters pode tocar músicas dos Floyd sem pagar royalties e utilizar material gráfico dos Floyd até à altura em que saiu.

Cumprimentos,
Mário Gamito
De ruben a 11 de Agosto de 2007 às 08:19
está muito bom a nível documental só que eu acho que falta um vídeo ou dois e mais algumas imagens, mas no computo geral está fantástico. em agosto de 88 estava a cumprir serviço militar em S.Jacinto e vi o chiado a arder pela televisão, uma tragédia enorme. essas fotos foram mais uma perda anónima. os pink floyd são a minha banda de eleição, parabéns pelo post.
De Tiago a 25 de Outubro de 2007 às 20:41
bem..apesar da minha juventude, 18 aninhos apenas, é com grande prazer que li este post que encontrei acidentalmente. os pink "sao" realmente formidaveis e com toda a convicçao dogo qe hoje ja nao se faz nada assim, nem parecido por mais que va apreciando algumas bandas que vao aparecendo.
é com grande tristeza que encaro o facto de nao poder assistir a um concerto deles. ainda tive uma esperança que se juntassem para um concerto tal como os led zeppelin, e quem sabe se nao faria tudo para ir ve los onde fosse. mas ha pouco tempo vi uma noticia onde Gilmour descartou a hipotese. pena.

mas fica aui uma palavra de apreço pelo seu trabalho neste post. muito bom.

cumprimentos

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